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  Rio de Janeiro, 21 de Novembro de 2008

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RioMotors - Compra e Venda de veículos 10 coisas que irritam!!!

Reunimos algumas “Leis de Murphy” que imperam no dia-a-dia do trânsito. Veja se você já foi vítima delas e como agir nesses casos.
 
Ter paciência no trânsito e na vida é, sem dúvida, uma virtude que todos devemos cultivar. Mas essa não é uma tarefa fácil diante das dificuldades que encontramos nas ruas. O portal Carro Online selecionou 10 situações desagradáveis que podem acontecer com qualquer motorista e apresenta algumas dicas para evitar o que poderia irritar até um monge tibetano.

1 – Ficar alagado na enchente
Não moramos em New Orleans, mas a temporada de enchentes no país dá o que falar na época do verão. Se é inevitável entrar na água, é preciso tomar alguns cuidados como: não deixar de acelerar o carro durante toda a travessia; passar em 1ª marcha e devagar (porque a aceleração do automóvel evita a entrada de água pelo escapamento); evitar marola para que a água não alcance a entrada do filtro de ar, verificar a passagem de caminhões e carros ao seu lado ou em sentido contrário. Se o carro morrer, não tente fazê-lo pegar. Peça ajuda e retire-o do local onde está parado. A altura máxima, para passar em uma área alagada, é a metade da roda. Fique atento ao noticiário de rádio para saber como evitar as áreas alagadas. Não enfrente a enchente achando que pode ultrapassá-la. Como os veículos têm os comandos elétricos, é muito fácil o automóvel dar pane e você ficar no meio da água.

Se mesmo assim seu carro deixar de funcionar, atenção para as seguintes providências: é necessário trocar os óleos do motor, transmissão e diferencial do veículo; verificar o filtro de ar e água nos faróis; fazer limpeza no sistema de freios e a limpeza interna. Não se esqueça de lavar bancos, carpete e forrações para evitar o mau cheiro.

2 – Banco queimado por cigarro
Você oferece carona para um amigo (a) ou a turma decide ir para o show em um carro só. Tudo certo durante a carona, mas ao mandar lavar o carro, você descobre aquele pequeno “rombo” no banco e lá se foi o estofamento novinho. Antes de ficar nervoso, saiba como evitar queimaduras de cigarro no estofamento. Uma boa solução é utilizar capas que forram os bancos, dessa maneira dificilmente a brasa chegará ao estofamento.

3 – Presente de estacionamento
Ao estacionarmos em shoppings, prédios comerciais, consultórios médicos e estacionamentos em geral, podemos nos deparar na volta com pequenas surpresas. Uma das mais comuns, por exemplo, é a pintura riscada, na maior parte das vezes causada por conta de carrinhos de supermercado ou por portas abertas sem cuidado que acertam o carro do vizinho. Para evitar esses tipos de estragos, é recomendável ter o friso lateral, também conhecido como borrachão.

Outro item que pode causar alguns estragos no estacionamento é o engate. Além do efeito visual de gosto duvidoso, essa prática pode prejudicar a estrutura do veículo em caso de colisão traseira (justamente o contrário do que pretende quem instala esse acessório no automóvel). Os problemas de usar indevidamente o engate envolvem não apenas o dono do carro, mas também os automóveis. Quem bate na traseira do carrro com engate fica com o pára-choque seriamente danificado (algo que não aconteceria em uma colisão leve se não houvesse o acessório).

4 - Buracos
Já ouviu falar em “motorista tatu”? É aquele que “procura” um buraco para cair com o carro. Se você é um desses, ou tem um amigo assim, o mais importante é ter paciência e tentar mudar a maneira de dirigir. Com a temporada de chuvas se aproximando, os buracos multiplicam pelo caminho e a única maneira de evitar danos é manter distância do carro da frente, as luzes do veículo em bom estado e reduzir a velocidade em locais desconhecidos. O prejuízo de um acidente como esse pode começar com um pneu furado até danos sérios na suspensão.

5 – Vidro trincado
Nada mais irritante do que perceber que seu pára-brisa está trincado. Pode ter sido uma simples pedrinha ou até uma tentativa de assalto. No entanto, é possível que o pára-brisa do seu veículo possa ser reparado, dependendo do local e do tamanho da trinca. Mas o reparo deve ser realizado rapidamente, caso contrário, a trinca poderá aumentar e o pára-brisa deverá ser trocado, acarretando custos adicionais desnecessários.

6 – Barulho
Sabe aquele barulhinho chato que começa quando estamos dirigindo e não há ‘cristo’ que desvende de onde vem? Esses ruídos intermitentes simplesmente desaparecem quando chegamos na oficina mecânica. Para evitar esse tipo de transtorno, a melhor atitude é fazer da manutenção preventiva uma rotina. Quando chegar à oficina, peça ao mecânico que faça um check-list para tentar “descobrir” de onde vem o barulho. Existem empresas que fazem um tratamento acústico do veículo, eliminando barulhos originados de portas, peças de plástico e bancos com garantia de até 1 ano.

7- Limpador de pára-brisa e desembaçador não funcionam
O embaçamento dos vidros ocorre devido à diferença entre as temperaturas externa e interna do veículo. Para melhorar a visibilidade, feche todos os vidros, ligue o ar-condicionado e acione o desembaçador elétrico traseiro. Nos modelos sem esses equipamentos, recomenda-se abrir um pouco os vidros e deixar o ar circular pelo carro. Se não resolver, pare em um posto e compre um líquido desembaçador. Com um pano macio, aplique o produto dissolvido em água nas partes, interna e externa dos vidros. Você perceberá que a visibilidade irá melhorar.

No caso dos limpadores, é recomendável substituir as palhetas de ano para ano, a fim de manter o equipamento funcionando de acordo com o recomendado.

8 – Serviços de valet
Ao deixar o carro nas mãos do manobrista, é comum um certo nervosismo por parte das pessoas. Muitas coisas podem acontecer enquanto o proprietário acredita que seu veículo está em “boas mãos.” Entre elas:

- multa por estacionamento em local proibido (leia-se em cima de calçadas, por exemplo);
- roubo de combustível ou utilização do veículo sem autorização;
- riscos e danos diversos ;
- roubo ou utilização de pertences deixados no interior do veículo.

Para assegurar um mínimo de civilidade ao serviço de valet, foi aprovada na cidade de São Paulo a “lei dos valets”. A lei menciona que os manobristas devem ser orientados em relação ao código de trânsito e outras orientações, inclusive a de ser “expressamente vedado” o uso de via pública para estacionar ou reservar vagas. Uma maneira de conseguir cobrar seus direitos quando violados por empresas de valet é sempre pedir nota fiscal. As empresas são obrigadas (segundo essa lei) a emitir recibo a ser entregue para eventual comprovação futura de que se utilizou o serviço de valet, desde que tenha nome da empresa, CNPJ, dia e horário do recebimento e da entrega do veículo. Dessa maneira, é mais fácil comprovar a irregularidade perante órgãos como o Procon.

9 – Disparar o alarme
Não se discute a necessidade de ter o sistema de segurança no automóvel, que é eficiente ao afugentar o ladrão e alertar contra o perigo. Mas o fato de ter de sempre interromper algo ou acordar assustado à noite todas as vezes que um alarme dispara na rua é um tanto quanto desagradável. Bom, existe um jeitinho menos estressante de preservar o bem. Um equipamento que, acoplado à sirene do alarme, avisa quando é o seu carro está sendo roubado. Como? O equipamento possui um pequeno transmissor ligado a uma antena. Quando o alarme dispara, o transmissor é acionado e a antena emite os sinais para o pager. O bip que se ouve é mais discreto e aí você tem a certeza de que algo errado aconteceu com o seu automóvel.

10 - Perder as chaves ou trancá-las dentro veículo
Perder ou esquecer a chave do carro é uma situação mais comum do que muitos imaginam. E não pense que o problema é simples de ser resolvido. As principais fabricantes nacionais passaram a equipar seus modelos com sistemas codificados para dificultar a partida sem a chave original. Apesar de cada marca batizar o sistema com nome específico, o princípio de funcionamento dos sistemas é praticamente o mesmo. Uns são mais complicados, outros menos, mas, em resumo, têm a mesma finalidade.

Não tenho a chave reserva. O que fazer? Atualmente, as principais seguradoras do país já oferecem em seus planos mais básicos o serviço de chaveiro. Basta entrar em contato com a central de atendimento dessas empresas que, em pouco menos de uma hora, um especialista é enviado ao local. Segundo as principais seguradoras, a confecção de chaves para modelos codificados é praticamente impossível. Seus funcionários não contam com tecnologia capaz de realizar o serviço. Sendo assim, os clientes acabam, no final das contas, tendo de levar o carro, por meio de guincho, para uma concessionária. Já para veículos convencionais, a nova chave é feita em pouco mais de uma hora e no próprio local. Para aqueles que não possuem seguro existe ainda outra opção: os chaveiros independentes. Esses profissionais afirmam conseguir produzir uma nova chave para praticamente todos os veículos nacionais.

Fonte: Carro Online Imprimir : Recomendar

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